
Segundo o blog do jornalista Marcello Lima, o técnico Ricardo Gomes confirmou nesta segunda-feira que pensa em testar os jogadores das divisões de base tricolor no Paulistinha 2010. Portanto, os garotos que estão sendo formados no CFA de Cotia terão uma ótima chance de ganhar experiência num torneio profissional e provar que tem condições de vestir o manto sagrado mais pesado do Brasil. Segundo Ricardo Gomes, no momento somente Oscar e Wellington tem chances reais de aparecer neste ano no time principal. Isso em uma eventual oportunidade, bem rara devido ao tamanho e a qualidade do elenco que temos. Na minha opinião será bem difícil algum deles aparecer ainda neste ano. Dentre os jogadores trabalhados, além da grande expectativa em torno do meia Oscar, outros três jovens devem ser bem observados. Um deles é o próprio Wellington, que é segundo volante mas, na equipe principal, só pôde entrar como lateral direito e para tapar buraco. O outro é o ala Diogo, presente em todas as seleções brasileiras de base. Por último o “xodó” Henrique, que teve uma participação destacada na Copa São Paulo deste ano e está sendo lapidado para virar o matador que o time precisa no futuro. Na minha opinião, a atitude do clube é correta. Cada vez mais o estadual deverá ser utilizado para este fim. Lançar jogadores no Brasileirão ou em uma Libertadores é um risco absolutamente desnecessário para um clube do nosso porte e tamanho. Portanto só sobra mesmo o torneio menos expressivo de toda a temporada. É uma chance que esses meninos não podem desperdiçar de maneira alguma. Saudações tricolores! Ricardo Gomes no Bem, Amigos! O técnico do São Paulo esteve no programa do Sportv e disse muita coisa para o torcedor. O técnico revelou que acha Hugo um excelente jogador “Excelente técnica. A finalização não se compara a Ronaldo e Romário, mas finaliza muito bem, tem chute forte, cabeceio. A primeira coisa que penso quando estou com dificuldade no jogo é o Hugo. Ele sabe onde ele pode apertar, o ponto fraco do adversário”. Sobre Jean ele disse confiar no jogador: “O Jean é volante que sabe jogar. Estava com dificuldade, ficou com dúvidas, mas tomou gosto na ala e não pensa em sair. Tá gostando e jogando bem”. Sobre o clube ele sentenciou: “Quando um jogador chega no São Paulo ele se anima em dez minutos. A estrutura física e humana ajuda muito”, entre muitas outras coisas. Leia mais: http://migre.me/6ZPj Em xeque O amistoso entre Lyon e São Paulo aumentou ainda mais o conflitante relacionamento do clube com a CBF. A entidade máxima do futebol brasileiro vetou a transferência da partida diante do Coritiba para que o jogo com os franceses pudesse ser realizado com o time titular do São Paulo, no dia 13 ou 14 de outubro. O departamento de marketing tricolor entende que a importância do amistoso é grande e não quer entrar com um time reserva. A CBF ofereceu o dia 11 de novembro, mas os franceses não aceitaram pois estarão em plena Champions League. O jogo será realizado, porém está em questão a data ou a possibilidade de se usar titulares ou reservas. Uma coisa é certa, se fosse com qualquer outro time a CBF facilitaria. Com o São Paulo, não. Fornecimento e Patrocínio O abrandamento da crise mundial e a boa situação da economia brasileira prometem boa expectativa de negócios para o tricolor. Pouco se sabe ainda mas o São Paulo deve estar neste momento costurando novos valores de patrocínio e fornecimento. O clube deve negociar a ampliação do contrato de fornecimento de material esportivo com a Reebok, que acabará em 2010. Além disso o tricolor tem chances de mudar de patrocinador da camisa, caso a LG Eletronics não aumente consideravelmente a sua proposta. O clube conseguiu quebrar uma cláusula importante neste início do ano, e pode usá-la ao seu favor. Morumbi 2014 (nova concepção) Este é o novo projeto de reforma do Morumbi 2014, apresentado pelo presidente Juvenal Juvêncio e com participação da empresa alemã GMP (Gerkan, Marg und Partner), especialista em consultoria de arquitetura: http://migre.me/6ZtO A fonte é do site Universo tricolor. O mais legal de tudo isso é que essa maquete vai virar realidade! Cia Athlética De acordo com um funcionário da Companhia Athlética do Shopping Morumbi, a inauguração da academia do estádio do São Paulo tem até data marcada de inauguração: Será 12 de fevereiro de 2010. AC/DC no Morumbi Evento imperdível. Já saiu site para acompanhar as informações do show: http://www.showacdc.com.br/ Mas a pergunta que não quer calar é: Será que o Marco Polo del Nero vai ter cara para pedir ingressos para o show mais esperado dos últimos tempos? Juvenal é rock ´n roll! Parabéns ao Avaí Muito cordial e bacana o Blog do Torcedor do Avaí, tocado pelo Esteves Junior. Fica aqui o meu abraço aos catarinenses que valorizaram muito a vitória do tricolor na última partida. Parabéns aos avaianos!  Um dos grandes jogadores do São Paulo da década de 80. Ao lado de Muller, Careca e Sidney, Silas formou um dos maiores times do tricolor de todos os tempos. Agora como técnico, Paulo Silas visitou os vestiários do São Paulo e relembrou sua época de clube.
Aqui cabe uma história quase inédita. Conversei uma vez com Silas faz um tempinho e ele me disse que, quando jogava no São Paulo, ele e o Muller costumavam levantar a moral dos volantes adversários durante os jogos mais duros. Tudo balela, somente para o adversário ouvir e se empolgar. De tanto comentar dentro do campo que o “tal cara era bom”, o volante rival se enchia de moral e partia para o ataque, abrindo espaços para o tricolor. Era mais um dos saudáveis artifícios daquela gloriosa época. Valeu, Silas. Você será sempre bem vindo no Morumbi! Foto: Site Oficial do SPFC.  CONFIRMADO!!!
Dia 27 de novembro!!! Eu não perco por nada nesse mundo!!! https://tickets.acdc.com:443/index.php?location=rw
PS: Tirei o “Chupa galinhada” do título. Não é justo as galinhas roqueiras serem preteridas de irem ao show de uma das maiores bandas dop mundo, no Morumbi. Rock n Roll (principalmente AC/DC) é para toda a nação roqueira do Brasil, não importa o time que torce. For those about rock. We salute you! 
Para entender o caso do estádio, é preciso conhecer o jogo político de governadores e do presidente da CBF
O MORUMBI está na Copa do Mundo de 2014. Por mais que tenha existido pressão pela construção de uma nova arena, em São Paulo, e que as declarações do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, levem a pensar o inverso, o risco do Morumbi, hoje, não é ficar fora do Mundial. É perder o jogo de abertura. Isso está claro há meses e tem a ver, sim, com questões políticas. Se os governadores mais próximos de Ricardo Teixeira, José Roberto Arruda (DF) e Aécio Neves (MG), esforçam-se para viabilizar obras em seus estádios públicos, e se o governador José Serra (SP) não admite usar dinheiro do contribuinte para reformar ou construir estádio, evidentemente há um viés político. Diga-se, o mais correto dos governadores é Serra, embora este possa se dar ao luxo de não mexer nos cofres públicos, porque o estádio paulista é particular, diferentemente do Mineirão e do Mané Garrincha. O jogo de governadores é vital para entender o imbróglio do Morumbi. Não foi por acaso que Ricardo Teixeira também disse que sua maior preocupação é com os aeroportos, não com estádios. Digamos que tenha razão quem afirma que São Paulo não tem estádio para abrigar a partida inaugural. Brasília e Belo Horizonte não têm aeroportos. Para entender o jogo da Copa-14, é fundamental saber qual a função do dinheiro enviado pela Fifa. São US$ 470 milhões, como disse Ricardo Teixeira ao “Arena Sportv”, na quarta-feira. Quantia dedicada a obras que não deixarão legado. Um estádio novo ficará para o futebol brasileiro, seja público ou particular. Um aeroporto reformado permanecerá para uso da população. Um centro de imprensa, não. Se for preciso, por exemplo, comprar aparelho de raio-X para inspecionar quem entra e sai do centro de imprensa, esse investimento deve ser feito com dinheiro da Fifa. Se um governador apresentar esse tipo de gasto ao Tribunal de Contas, que devolva o dinheiro e cobre de quem administrou os US$ 470 milhões. “José Serra não põe dinheiro público nem sob tortura”, diz um dos membros da candidatura paulista. Isso aumenta a vocação de São Paulo para fazer uma das semifinais, como aconteceu na Alemanha com Dortmund, de estádio que lembra o Morumbi e que abrigou Itália x Alemanha, em 2006. Já pensou Brasil x Argentina numa semifinal, no Morumbi? É melhor essa perspectiva ou o jogo de abertura? Na quarta, Ricardo Teixeira assinou mais uma vez seu atestado de incompetência ao admitir que, em 20 anos de mandato, não fez o país ter um único estádio capaz de abrigar uma Copa. Seu risco, agora, é deixar como legado estádios que não serão usados pelo futebol brasileiro, depois do apito final de 2014. No Brasileirão-2015, vale mais um Morumbi digno do que uma Allianz Arena em Cuiabá. Em São Paulo, a Copa parece ser, mais do que em outros lugares, um meio de se atingir um fim, o de ter uma arena de alto nível, para jogos e shows, em 2014, 2015, 2016… Em Brasília, é mais provável ter um estádio para a abertura da Copa. Quando ela acabar, sem times de alto nível, o estádio será usado por equipes que lutam no bloco intermediário da Série B. Se isso se confirmar, será o fim. Por: Paulo Vinicius Coelho (PVC) pvc@uol.com.br Fonte: Coluna publicada no jornal Folha de São Paulo (13/09/2009) OPINIÃO DO BLOGUEIRO: PVC perfeito. Me orgulho de publicar colunistas como ele e Nando Reis no Blog do Torcedor do São Paulo. Finalmente um texto que toca o assunto como ele verdadeiramente deve ser tratado, isso é, na esfera política. A Copa do Mundo para o torcedor é um evento esportivo, mas para a FIFA e o país sede é um evento político e econômico. Muita coisa ainda está para acontecer, mas este é um dos primeiros textos que mostrar a real situação do Morumbi e da Copa 2014. A Copa será no Cícero Pompeu de Toledo.
Escrito por JB às 01h44
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São Paulo 2×0 Avaí 

Olha o Jason tirando onda aí no Hawaii… Com um jogo de literais “dois tempos”, o São Paulo superou a boa equipe do Avaí por 2×0 e segue firme e forte a sua caminhada rumo a mais um título no Campeonato Brasileiro. Só para lembrar os adversários que adoram passar por aqui, poderá ser o quarto brasileiro consecutivo. Ricardo Gomes foi com exatamente o time escalado aqui no blog. Arouca, Jorge Wagner e Marlos seriam os responsáveis pela criação no meio de campo, enquanto que Dagoberto e Borges seriam os atacantes. Rodrigo entraria no lugar de André Dias e as alas seriam cuidadas por Jean e Junior Cesar. O primeiro tempo da equipe foi muito ruim, principalmente pela distância entre o meio-campo e o ataque. Tive a impressão que Jorge Wagner estava muito recuado para ajudar Arouca na marcação enquanto que Marlos se adiantou além da conta para jogar com Borges e Dagoberto. A consequência é que não tivemos um meio consistente e até poderíamos ter terminado a primeira etapa em desvantagem, não fosse o atacante do Avaí ter chegado atrasado na pequena área para completar um gol praticamente feito. Era preciso mudar alguma coisa no vestiário e isso era incumbência do treinador. 
Veio o segundo tempo e com ele a esperança de que Ricardo Gomes tenha consertado a falha tática entre os jogadores. Mal deu tempo de ver um novo tricolor: Dagoberto aproveitou uma espirrada de Marlos e, a um minuto de jogo, chutou para fazer o primeiro gol do Maior do Mundo. Explosão das arquibancadas ao som do “campeão voltou”… O jogo mudou da água para o vinho. Talvez pelo alívio do gol relâmpago, mas muito pelo acerto tático pois o São Paulo se compactou e não deu mais chances reais ao adversário. A defesa tricolor teve uma atuação de gala, com destaque máximo em cima do zagueiro Miranda. O cara é um extra-terrestre, não é humano. É um verdadeiro E.T. da intermediária defensiva tricolor. Renato Silva, que havia falhado em muitas bolas no primeiro tempo, regularizou sua situação e cresceu no jogo. O tricolor queria mais. Ricardo Gomes colocou Hugo no lugar de Marlos e Washington no lugar de Borges. Mais uma vez o banco fez a diferença no segundo gol do São Paulo: Aos 39 da segunda etapa, Washington desvia bola de Junior Cesar; ela cai para Dagoberto que coloca com açúcar na cabeça de Hugo. Mais festa nas arquibancadas! É o São Paulo mostrando como se funga num cangote para buscar a liderança da competição, em cima de um time que valorizou muito a vitória. O Avaí não é um time fácil de ser batido. É muito bem treinado pelo Silas e vai fazer um bom papel no torneio. 
Foi uma vitória bem difícil, que deve ser bastante comemorada pelos torcedores e jogadores do Maior do Mundo. O time volta a ter a possibilidade de ter mais uma sequência positiva, após o empate com os róseos e a derrota para os poodles da Baixada. Tirando esses dois resultados foram nove vitórias que nos dão moral e força para o campeonato. O próximo jogo (Santo André) será em Ribeirão Preto. É mais uma boa oportunidade de mostrarmos que não estamos para brincadeira. Voltam Richarlyson e André Dias, que fizeram falta neste sábado. Mais uma vez escrevo aos torcedores: O maior triunfo do clube foi manter seus jogadores acostumados com as faixas de campeão, como Miranda, Borges e Rodrigo. Isso não garante nada mas pode fazer diferença lá na frente. Ricardo Gomes faz bem de falar que temos 16 titulares completamente focados e, como ele mesmo diz, ambiciosos. Vamos com tudo, tricolor: Fizemos a nossa parte e queremos ver quem será o “raoli” do domingo!!! Saudações tricolores! Nota dos principais personagens da partida: Rogério Ceni Uma bobagem no segundo tempo que quase custou o gol adversário. Mas estava machucado. De resto uma segurança absurda e uma técnica impressionante para lançar bolas. Nota: 8,0 Renato Silva Muito mal no primeiro tempo. Parecia que estava bêbado em campo. No segundo cresceu e não falhou em lances importantes. Nota: 6,0 Rodrigo Muito bem na sobra, que não é a dele. Segurança e discrição na frente da zaga. Nota: 7,5 Miranda Perfeito nas duas etapas. Nota DEZ! Jean Sem comprometer mas também sem brilhar. Não é lateral, mas anda jogando bem o arroz feijão. Nota: 6,5 Junior Cesar Um primeiro tempo tímido. Na segunda etapa foi bem melhor e participou dos dois gols. Nota: 7,5 Arouca Para mim é fraco na marcação e fraco na saída de bola. Não justifica a titularidade. O time sentiu muito a falta do Richarlyson naquele setor. Nota: 5,0 Jorge Wagner Mal colocado no primeiro tempo. No segundo cresceu e foi bem importante taticamente. Nota: 7,5 Marlos Outro que estava mal colocado no primeiro tempo, porém eram boas as suas iniciativas. Faltou aproximação. No segundo tempo caiu de produção na marcação e foi substituído. Nota: 6,0 Dagoberto Regular no primeiro tempo, pois o ataque estava muito isolado do meio-campo. No segundo tempo cresceu demais, fez um gol e participou decisivamente do segundo. Na minha opinião só não foi melhor que o Miranda porque o Miranda é de outro mundo. Saiu no finalzinho e foi bem aplaudido. Nota: 9,5 Borges O primeiro tempo indicava bolas para ele e sua parede, mas o meio não fechava junto. No segundo tempo caiu muito de produção e foi substituído. Nota: 5,0 Hugo Entrou como meia-atacante, mas foi justamente como atacante (dentro da área) que ajudou demais o time com mais um gol de cabeça. Para mim funciona muito como arma para o ataque, nos decorrer da partida. Nota: 8,0 Washington Entrou para tentar alguma coisa e participou do segundo gol. Nota: 6,5 Zé Luis Não teve tempo para fazer nada. Sem nota. Ricardo Gomes Sorte nas substituições? Prefiro dizer hoje que mudou o time no intervalo, consertando taticamente o que não funcionava. E teve sorte sim nas substituições do segundo gol tricolor. O importante é que o grupo entendeu seu trabalho. Ele, como seus 16 titulares, está de parabéns. Nota: 9,0 Trio de arbitragem É o Vuaden, aquele que deixa jogar. Gol bem anulado do Avaí e gol bem anulado do SPFC. Embora o desvo tenha sido da zaga, pareceu que o Borges estava irregular no lance e muito próximo do goleiro. Atualizado: Vendo pela TV dá para afirmar que foi um gol legal, mal anulado pelo trio. Torcida tricolor Muito bom o público para a partida. 29.500 pessoas passaram por apertos nas filas e na entrada do jogo, mas viram sobretudo muita vontade e um bom segundo tempo. Penso que estamos no caminho certo. O próximo jogo também temos a obrigação de ganhar, para jogar mais lenha no Campeonato. Nota DEZ!  Saiba tudo sobre o projeto Paddock Tricolor clicando aqui: http://www.passaportefc.com/
Saudações tricolores!  Que me desculpem os simpáticos avaianos, mas é jogo para o tricolor conquistar os 3 pontos de qualquer jeito.

E olha que eu gosto muito do time de Floripa. Inclusive vou até “revelar” uma foto que tirei em pleno estádio do Avaí, em 2007, ano em que massacramos todos os postulantes ao título brasileiro na maior campanha que um clube fez até então nos pontos corridos. Naquela época, após vermos o empate tricolor diante do Figueirense (outro time que me simpatizo), fomos apoiar o Avaí contra o Ipatinga, pela série B do Campeonato Brasileiro. O Leão não jogou bem naquela partida, mas o que importava era a cerveja dentro do estádio e fora, na “Toca do Leão”. Ganhei até um cachecol avaiano de uns amigos. Boas lembranças. Mas, voltando ao jogo deste sábado… O São Paulo, se quiser continuar na briga pelo heptacampeonato, não poderá vacilar nos próximos dois jogos (Avaí no Morumbi e Santo André em Ribeirão Preto). Esse é o momento do tricolor pois os adversários do título tem confrontos difíceis nas próximas duas rodadas. É só analisar a tabela. Com Richarlyson e André Dias suspensos, além de Hernanes se recuperando de cirurgia, Ricardo Gomes aos poucos vai montando o time para o embate. Borges, que entrou para marcar o gol da vitória sobre as raposas, está confirmado no comando de ataque. Com Rodrigo no lugar de André Dias, a grande dúvida fica no meio campo. Quem jogará ao lado de Jorge Wagner, que retorna ao time? Uma opção é a escalação de Marlos, livre para criar no meio de campo. O jogador, que também entrou bem contra o Cruzeiro, treinou nessa semana entre os titulares e pode sair jogando. Ricardo Gomes diz que não gostaria de ver JW mais recuado para Marlos atacar mais, mas não esconde que pode ser uma possibilidade. Outra alternativa seria a escalação de Jean no meio e González na ala direita. O time ficaria com JW na criação, um ala de ofício e um volante de ofício. O resto da equipe é o mesmo que atuou em Belo Horizonte. A dúvida vai pairar até momentos antes da partida. Se eu fosse o técnico iria de Marlos e González, com Jean e JW recuado. O meu time seria: Rogério Ceni, Renato Silva, Miranda e Rodrigo. González, Jean, JW e Junior Cesar. Dagoberto, Marlos e Borges. Mas acho que o treinador vai de Arouca. O adversário, depois de perder em casa para o Internacional na última rodada, vem cheio de mistérios para o jogo. O último treino comandado pelo técnico Silas (ex-jogador tricolor) contou com a participação de William e Luis Ricardo: a dupla estava no departamento médico na última rodada. Outra curiosidade é a mágoa que o jogador Marquinhos (camisa 10 avaiano) mostrou recentemente em entrevista. O atleta não perdoa Cuca e o clube por ter atuado em 2004 mais de “x” jogos e não ter sido aproveitado no time titular no restante do ano. O segredo é atacar. O time do Avaí é “destemido” e no braço de ferro isso pode ser uma vantagem dentro do Morumbi. Espero um jogo franco, cheio de espaços e emoções para os dois lados. Que a força do elenco e individual do tricolor prevaleça dentro de nossa casa fazendo o time da bela musa Marcelle Lisboa voltar para Floripa apenas com uma participação digna no Morumba. Saudações tricolores! Mais um motivo para ir ao Morumbi ver mais uma vitória do tricolor: O “Movimento São-Paulinos” (que antes era conhecido como São-Paulinos na Geral) faz três anos e convidará todos os torcedores do Maior do Mundo a comparecerem no “Dia D”, nesse sábado, às 18h30, no jogo diante do Avaí, no estádio do Morumbi. 
O grupo de torcedores que ficam reunidos nas arquibancadas azuis e bem próximo das arquibancadas amarelas planeja aumentar significativamente o número de adeptos com o lançamento de uma nova canção para a torcida tricolor. A nova canção é baseada em uma versão para a famosa Seven Nation Army , do White Stripes. Uma música que fez bastante sucesso na Eurocopa passada. Segundo o grupo, a música é bem simples e empolgante, além de dar uma tiradinha em alguns times que pensam ser grandes. O nome dela é “Nunca Fui Rebaixado”. Dá para imaginar como é? O pessoal do grupo mandou um recado para quem quiser participar: “Vamos cantar os 90 minutos e um pouco mais, que cada um que for comparecer venha com o mesmo espírito e preparado para sair rouco do Morumbi. Rouco pelo São Paulo, porque independente do resultado nós não vamos parar de cantar.”
Escrito por JB às 00h56
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